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Casa Worship ainda mais poético e intimista em projeto acústico, confira nossa crítica

Depois de mergulhar na indústria fonográfica com o seu primeiro trabalho pelo segmento, criando um caminho de busca e

Casa Worship ainda mais poético e intimista em projeto acústico, confira nossa crítica

Depois de mergulhar na indústria fonográfica com o seu primeiro trabalho pelo segmento, criando um caminho de busca e autenticidade, o grupo musical, Casa Worship, oriundo da igreja CASA (GO), com um pouco mais de 1 ano de existência, colhe frutos de sua aceitação nacional, em especial devido a grande faceta do chiclete “A Casa é Sua”. Sabendo do estrondoso sucesso que é, o ministério liderado por Léo Brandão, decidiram reinventar as canções de seu début e relançar-las em uma versão mais apoteótica, retirando seus arranjos pomposos e nos apresentando uma mainstream ainda mais intimista que outrora, que permeia nos suaves dedilhar no piano e jogos de cordas.

Ouvir este projeto acústico do Casa Worship é um jeito bom de começar o segundo trimestre do ano, ainda mais pela faixa que inicia essa intimista jornada. “A Casa é Sua” abre a obra de forma singular, como o fechar dos olhos em um quarto escuro e apenas sua voz oscilasse para uma adoração sublime e de quebrantamento em versos repetitivos.

Na canção seguinte, o grupo não pensa duas vezes em expressar suas vulnerabilidades pessoais, fazendo questão de se colocar como o real pecador da história. Na nova roupagem de “Era Eu“, que antes já era melancólica, aqui os intérpretes da canção aprofundam ainda mais o liricismo que as perfileira em uma linha narrativa com começo, meio e fim.

A amálgama folk-acústica se torna o palco principal da trackEu Te Vejo Em Tudo“, esteticamente pensada para que o timbre dos intérpretes se casem naturalmente entre os poucos acordes utilizados, convergendo na construção do tema e trabalhando dentro de uma dissonância proposital e bem estruturada nessa poesia cantada.

Em “Atraídos Pelo Fogo“, o ministério da igreja CASA cria uma profunda linha retilíneo, se sustentando por uma letra que trilha o mesmo caminho que Gabriela Rocha vem apostando, ainda que mais repetitiva, porém, não enjoativa. Emtensificada por um espontâneo nos mesmo moldes da versão original de seu maior sucesso, em meio a ecos melancólicos que marca a faixa de início ao fim.

Track exclusiva da obra, “Mais Que Canções” explora a repetitiva fórmula famigerada das composições para este tipo de gênero. Poeticamente falando, a música é um espontâneo estilizado em canções de Ana Paula Valadão, que se contracena consigo mesma, sem pontos fortes como as demais faixa, apresentando a técnica que muitos deste segmento tem creditado: letras fáceis de digestão e o mesmo do mesmo.

Conclusão

Apesar de seus deslizes, o álbum acústico do Casa Worship chega a agradar boa parte dos ouvintes, ainda mais por aqueles que desejam passar um pouco mais de meia hora sem aquele stress do dia-a-dia, com múltiplos singles que abrem espaço para as habilidades vocais dos intérpretes.

De forma resumida, a maior parte das faixas começam do mesmo modo, preparando o terreno para o que antecede seus repetitivos refrões – isto é, quando elas não se reiniciam várias vezes -, caminhando para o momento em que existe apenas a voz dos integrantes segundos antes da entrada-clímax. Ainda assim, Léo Brandão e companhia conseguem usar a fórmula a seu favor e insurge como o projeto ainda mais intimista devido seus elementos aqui abordado.

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Ysa Oliver

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